terça-feira, 25 de outubro de 2011

C&A terá de indenizar cliente vítima de preconceito

A C&A terá de pagar 8.000 reais a uma cliente que foi agredida verbalmente por uma funcionária de uma loja no Rio de Janeiro. A indenização foi determinada pela 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, segundo o site do jornal O Estado de S.Paulo.
Ao tentar fazer um cartão de crédito da loja, a cliente teve seu RG negado pela supervisora da loja, que teria dito tratar-se de um documento falso. A funcionária rasgou o documento na frente de outras pessoas, e, em meio à confusão, chamou a mulher de “macaca” e “crioula”, de acordo com o Estadão. Saiba mais

Estilo duro de Jobs afastou algumas pessoas, diz biógrafo

Jobs, co-fundador da Apple, revolucionou múltiplos setores com seus produtos de ponta, mas não era o melhor administrador do planeta, disse seu biógrafo Walter Isaacson.

Jobs mudou o rumo da computação pessoal durante suas duas passagens pelo comando da Apple, e em seguida revolucionou o mercado da comunicação móvel, mas ainda que genial e inspirador ele era conhecido também pela rispidez, que ocasionalmente se indispunha com colegas e investidores devido ao radicalismo de suas posições.
"Ele não era uma pessoa calorosa e querida", disse Isaacson em entrevista ao programa "60 Minutes", da rede de TV CBS, no domingo. "Não era o melhor administrador do planeta. Na verdade, talvez tenha sido um dos piores." Leia mais

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

INICIE A SEMANA DE FORMA SUSTENTÁVEL: PLATAFORMA LIDERANÇA SUSTENTÁVEL - José Luciano Penido - Fibria

Vale convida 8 agências para briefing

A concorrência que está sendo realizada pela Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, para escolha de agência de publicidade, entrou em uma segunda fase e não em sua etapa final. Na última quarta-feira (19), circularam informações no mercado sobre um possível número de três agências finalistas, que estariam na disputa pela conta do anunciante, atualmente atendida pela Africa. Saiba mais

Brasil deve melhorar imagem corporativa

Embora o Brasil venha galgando posições, ano a ano, em rankings internacionais sobre a força da marca das nações, a imagem corporativa do país ainda precisa avançar. Fortalecê-la tem ligação direta com o processo de internacionalização das empresas nacionais e com a venda de produtos de maior valor agregado. 

Esta é a avaliação do economista Tamer Cavusgil, pesquisador da Georgia State University (EUA), que esteve em São Paulo na semana passada para um simpósio internacional de administração e marketing na ESPM.
“O Brasil tem uma imagem muito favorável no ambiente externo, mas largamente devido a suas tradições culturais e belezas naturais. É hora de mostrar os empresários brasileiros, os cientistas, engenheiros e companhias nacionais. Não apenas jogadores de futebol de renome mundial”, afirmou.
“Por que o mundo conhece mais a escalação da Seleção Brasileira que as companhias do país?”, questionou. Empresas como Braskem e Vale já se queixaram de que enfrentaram problemas em suas operações internacionais pela associação de seus processos e produtos a elementos como samba e Carnaval. “O consumidor, antes de comprar um produto, primeiro considera a imagem do país de origem, onde ele é fabricado”, analisou. Leia mais

Fiat estreia nova campanha de varejo


Com abrangência nacional, a campanha é composta por sete filmes para TV aberta, anúncios de mídia impressa, spots, ações para internet e enxoval completo para ponto de venda.
Os filmes mostram que as ofertas da Fiat são tão incríveis que vale chegar à concessionária das maneiras mais inusitadas - de carro alegórico, de patinete, de pogobol, bicicleta, perna de pau, carrinho de supermercado, carrinho de mão, cavalo, mesa de mágico -, o importante é sair de lá com um Fiat “zerinho”.
O conceito também é divulgado nos principais portais da internet, além de sites segmentados. Os internautas são direcionados para uma página receptiva, onde sua intenção de compra é indicada diretamente para as concessionárias Fiat.  Exame

Pesquisa indica que brasileiros preferem ler notícias no papel


Um total de 73 milhões de brasileiros prefere os jornais em sua edição impressa para se manterem informados, 46% mais que os 50 milhões de cidadãos que escolheram o formato eletrônico, segundo uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada neste domingo.

De acordo com o estudo, elaborado em março e abril deste ano com entrevistas realizadas em 179 cidades de todo o país, a televisão aberta continua como a favorita da população para acompanhar as notícias, com 90% do total.  Leia mais