segunda-feira, 31 de outubro de 2011

6 grandes empresas de tecnologia com sérios problemas a resolver

Kodak, HP, Yahoo!, Nokia, RIM e Motorola são nomes emblemáticos do mundo da tecnologia. Cada uma na sua área, essas empresas foram líderes e inspiraram muitas outras a seguir seus passos. Mas agora elas estão em crise. Algumas enfrentam a amarga experiência de ver seus produtos ser considerados ultrapassados, sua participação no mercado encolher e seu valor despencar. Em certos casos, o cenário é de um rápido e inesperado colapso. Em outros, é de uma estagnação que se arrasta durante anos. Para a Motorola Mobility, o problema é a incerteza do que virá depois da compra pelo Google. Confira, a seguir, os erros e as transformações que levaram essas seis empresas a perder importância no mercado e o que poderá acontecer com elas.  Crise

Klabin registra prejuízo de R$ 243,055 mi no terceiro tri

A Klabin, maior fabricante de papéis do Brasil, encerrou o terceiro trimestre de 2011 com prejuízo atribuído aos controladores de R$ 243,055 milhões, ante lucro líquido de R$ 225,706 milhões em igual período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do trimestre cresceu 10% para R$ 277,406 milhões, ao passo que o anotado no terceiro trimestre do ano passado foi de R$ 252,106 milhões. A margem Ebitda foi de 28%, queda de dois pontos percentuais ante igual período do ano passado. Negócios

Vale é alvo da China em nova política para minério de ferro

A China, maior compradora de minério de ferro do mundo, disse que conversou com Vale SA, Rio Tinto Group e BHP Billiton Ltd. para formular uma nova política de preços diante da queda do produto no mercado à vista.
“Esperamos definir um novo mecanismo de preços estável, transparente, justo e sensato”, disse Zhang Changfu, vice- presidente do conselho e secretário geral da Associação de Ferro e Aço da China, a repórteres em Pequim. “Queremos fazer algo mais organizado e saudável”. Negócios

domingo, 30 de outubro de 2011

5 desafios de Tim Cook, o novo CEO da Apple

Há pouco mais de dois meses, o engenheiro industrial nascido no Alabama Tim Cook, de 51 anos, recebeu a coroa do rei. Ocupa o trono – o posto de CEO – de uma das mais admiradas e valiosas companhias do mundo, a Apple, cujo valor de mercado ultrapassa os 370 bilhões de dólares.
Apesar da admiração que o cargo pode provocar, os desafios que Cook terá pela frente não são pequenos, tampouco invejáveis. Em primeiro lugar, ele deve ser para sempre comparado a seu antecessor, Steve Jobs, cofundador da Apple e sua principal força criativa. Desafio

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Como a alemã Siemens montou uma máquina de investigação de fraudes que resultou na demissão de 109 funcionários no último ano


Até o início de outubro, o executivo mineiro Adilson Primo fazia planos de deixar a presidên­cia da Siemens no Brasil apenas em 2012 — após dez anos no cargo e mais de três décadas de carreira naquela que é uma das maiores fabricantes de equipamentos do mundo.


Sob seu comando, a subsidiária brasileira cons­truiu oito novas fábricas, apresentou taxas de crescimento superiores às das unidades da China e da Índia e faturou cerca de 4 bilhões de reais no ano fiscal concluído em setembro de 2010.
Aos 58 anos de idade, Primo também se sentava no con­selho de administração da Natura e cogitava outras propostas para assumir cargos semelhantes. Tudo mudou na manhã do dia 11 de outubro, terça-feira. Ética

Toddynho: Dilemas enfrentados por empresas q/ veem suas marcas prejudicadas por uma crise de confiança


Faltando três dias para o fim de setembro, a preo­cupação da Pepsico do Brasil em relação ao Toddynho, um dos principais produtos de seu portfólio, era apenas planejar as comemorações dos 30 anos da marca, a partir de janeiro de 2012. Festas, campanhas publicitárias e promoções estavam previstas.

Sucesso de vendas entre crianças e adultos, líder de mercado com participação de quase 50% entre os achocolatados prontos, o Toddynho respondeu sozinho por 20% do faturamento anual de 4 bilhões de dólares que a Pepsico registrou no país no ano passado. Saiba mais

De acordo com especialista corporações devem enxergar a sustentabilidade como questão de sobrevivência


Nos últimos anos, o termo sustentabilidade tem ocupado uma posição de destaque. Além de uma necessidade para preservar os recursos naturais, tornou-se também uma tendência estratégica a ser seguida pelas grandes organizações. Todavia, muitos têm dificuldade em perceber tais mudanças e em como aderir às mesmas.
Para entender mais sobre este tema tão falado, conversamos com Gabriel Rossi, estrategista, consultor de Marketing, autoridade em e-Branding na América Latina, colunista de portais como Mundo do Marketing, colaborador de veículos como Istoé Dinheiro, HSM, TV Globo, Bandnews, e, ainda, docente da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Confiram