sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Como a alemã Siemens montou uma máquina de investigação de fraudes que resultou na demissão de 109 funcionários no último ano


Até o início de outubro, o executivo mineiro Adilson Primo fazia planos de deixar a presidên­cia da Siemens no Brasil apenas em 2012 — após dez anos no cargo e mais de três décadas de carreira naquela que é uma das maiores fabricantes de equipamentos do mundo.


Sob seu comando, a subsidiária brasileira cons­truiu oito novas fábricas, apresentou taxas de crescimento superiores às das unidades da China e da Índia e faturou cerca de 4 bilhões de reais no ano fiscal concluído em setembro de 2010.
Aos 58 anos de idade, Primo também se sentava no con­selho de administração da Natura e cogitava outras propostas para assumir cargos semelhantes. Tudo mudou na manhã do dia 11 de outubro, terça-feira. Ética

Toddynho: Dilemas enfrentados por empresas q/ veem suas marcas prejudicadas por uma crise de confiança


Faltando três dias para o fim de setembro, a preo­cupação da Pepsico do Brasil em relação ao Toddynho, um dos principais produtos de seu portfólio, era apenas planejar as comemorações dos 30 anos da marca, a partir de janeiro de 2012. Festas, campanhas publicitárias e promoções estavam previstas.

Sucesso de vendas entre crianças e adultos, líder de mercado com participação de quase 50% entre os achocolatados prontos, o Toddynho respondeu sozinho por 20% do faturamento anual de 4 bilhões de dólares que a Pepsico registrou no país no ano passado. Saiba mais

De acordo com especialista corporações devem enxergar a sustentabilidade como questão de sobrevivência


Nos últimos anos, o termo sustentabilidade tem ocupado uma posição de destaque. Além de uma necessidade para preservar os recursos naturais, tornou-se também uma tendência estratégica a ser seguida pelas grandes organizações. Todavia, muitos têm dificuldade em perceber tais mudanças e em como aderir às mesmas.
Para entender mais sobre este tema tão falado, conversamos com Gabriel Rossi, estrategista, consultor de Marketing, autoridade em e-Branding na América Latina, colunista de portais como Mundo do Marketing, colaborador de veículos como Istoé Dinheiro, HSM, TV Globo, Bandnews, e, ainda, docente da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Confiram

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Grandes indústrias fluminenses terão que declarar emissões de gás carbônico


Nos próximos dias, as grandes indústrias fluminenses estarão recebendo formulários de declaração de emissões, em que terão de informar a quantidade de gás carbônico emitida em cada unidade, especificando a fonte de energia que movimenta a empresa.
Segundo o secretário do Ambiente do Rio, Carlos Minc, as informações vão formar um banco de dados que servirá de base para as compensações a serem exigidas no processo de renovação das licenças ambientais das companhias.
“Dessa forma, começamos a atuar pelo cumprimento das metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, conforme consta no Decreto do Clima, assinado no mês passado pelo governador Sérgio Cabral”, disse Minc por meio de sua assessoria de imprensa. Mercado Ético

Pesquisa do Ibope revela que apenas 48% das empresas possuem políticas de sustentabilidade

O Ibope realizou uma pesquisa com 400 médias e grandes empresas brasileiras e multinacionais atuantes no Brasil, dos ramos da indústria, comércio e serviços, para saber como o empresariado vê e trata a questão ambiental.
O estudo mostra que 94% dos entrevistados dizem ter conhecimento sobre o assunto. Porém, apenas 48% das empresas ouvidas têm políticas de sustentabilidade com metas e ações planejadas. Outras 45% praticam ações pontuais e 7% afirmam não ter qualquer medida para um modelo de gestão sustentável.
Em 52% das entrevistas, as áreas que elaboram e executam as ações são distintas. Das áreas responsáveis pela execução, em mais de 40% das empresas são as equipes de marketing e comercial que geram as ações. Mercado Ético

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