quarta-feira, 20 de maio de 2015

Crises "surpreendem líderes organizacionais" como a perda repentina de um ente querido

Por mais que não acreditemos, quem vive sob o escrutínio da mídia está cada vez mais vulnerável.
Numa era em que se exige transparência vemos, todos os dias, nas mídias impressas (revistas, jornais), eletrônicas (televisivas e radiofônicas) e, principalmente, nas redes sociais de grande interação, que se formam nas mídias sociais, uma grande mobilização que acaba pautando outros meios de co...municação.
 
Foto de Ricardo Bressan. "Líderes organizacionais" não acreditam em serem pegos de surpresa por grandes crises. Seria como sentir a dor da perda inesperada de um ente querido.
 
Enquanto personalidades públicas e organizações acreditarem que podem manter seu market share apenas pela comunicação mercadológica (publicidade e marketing), não se preocuparem com seus ativos institucionais, e não se derem conta que a projeção da imagem deve estar atrelada à identidade, ou seja à sua personalidade, servirão de pauta e, consequentemente, de material utilizado pela grande mídia para enriquecerem sua audiência.
É o que temos visto todos os dias. Concordam?
 
"Bummmmm"
.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Marcas que utilizam trabalho escravo no Brasil: conheça quais são

Chegamos à época do ano, quando o "animal laborans" se manifesta potencialmente.
Quando a maioria da sociedade entrega suas economias, décimo terceiro e rendimentos ao capital.
Quando toda nossa força de trabalho empregada na produção, e tudo o que recebemos por ela ($), retorna ao seu local de origem. 



Vivemos para trabalhar e trabalhamos para consumir o que produzimos.
Já que é assim que funcionamos, que façamos isso com o mínimo de responsabilidade e alteridade, pesquisemos, não só os preços das coisas que consumimos, mas, também, a forma como são produzidas.

Não sejamos complacentes, só assim nos tornaremos verdadeiros cidadãos. 
A mudança começa pelo indivíduo, mostremos que temos a capacidade de mudar paradigmas a partir de ações individuais pacíficas. Isso sim será contundente, e atingirá em cheio esse sistema que permitiu o acúmulo de riqueza nas mãos de poucos e a desapropriação do espaço público pelo capital genocida, e sem o mínimo de escrúpulo.
Discussões ideológicas e a digladiação retórica no mundo online e offline não trarão resoluções para os problemas sociais e econômicos.

Como podemos discutir política, se não somos políticos?

Sejamos individualistas no bom sentido, despertemos o "ser" político dentro de nós, deixemos de ser escravos daqueles que se utilizam da escravidão para enriquecer.
Esqueçamos dos efeitos e nos concentremos nas causas.
Utopia? 



Quanto mais nos condicionamos, mais utópicas se tornam nossas ações.
Simples mudanças de comportamento podem persuadir as organizações de poder.
Quando complacentes, nos tornamos cúmplices dos crimes cometidos por elas.
Sejamos simples com eficiência: viremos o jogo!

Organizações desafiam o limite da normalidade humana


No último sábado fui assistir "Relatos Selvagens", filme argentino formado por seis narrativas, aparentemente sem nenhuma ligação. O que elas têm em comum? Até onde vai a tolerância humana.
Incrível, como nos entregamos aos padrões sociais, ao politicamente "correto", ao totalitarismo invisível. Somos condicionados pelo sistema e "aceitamos" o que ele nos impõem.
Não percebemos que os verdadeiros criminosos estão disfarçados, não são aqueles que são expostos pelas imagens e mensagens, e sim aqueles que as emitem e a projetam.
O Estado entrega cada vez mais o controle nas mãos do capital, privatiza tudo, por consequência as nossas vidas.
O longa retrata o comportamento de seres humanos que chegam ao seu limite, e se portam como animais selvagens. Fazem tudo aquilo que muitos teriam vontade de fazer. Portam-se como selvagens, pois perdem a "razão", e agem como tais.


Quanto mais somos subestimados, testados e desrespeitados, mais nos revoltamos, mais impulsivos nos tornamos, saímos "do nível da normalidade", ou melhor, da submissão que nos impõe o sistema, e somos punidos e tratados como "anormais", ou como seres inanimados: não ouvimos, não enxergamos, não sentimos.
Enfim, não temos cérebro, como se fossemos marionetes nas mãos dos titereiros.

Áudios gratuitos sobre educação, enviados por Whatsapp, atingem a marca de 300 pessoas, em menos de 4 dias

Oferecemos, todas as manhãs, dicas por meio de áudios, com 1minuto de duração, enviados por whatsapp. Basta que envie uma mensagem inbox para Ligia Marques Etiqueta com o seu número de celular, e passará a recebê-los.
Abordamos o vasto conteúdo sobre o tema: etiqueta corporativa, para crianças, etiqueta 3.0, etiqueta à mesa e outros.




Quem sabe seja a dica que você precisa para o seu dia!

Passe por essa experiência!
Temos recebido elogios e agradecimentos, diariamente.
Caso queira interromper o envio é só nos enviar uma mensagem, e o deletamos da lista imediatamente e sem questionamento.
Nosso intuito, de forma simples e objetiva, é transformar o projeto em um programa educativo, que acreditamos ser de grande valia para os ouvintes.

Ligia Marques é autora dos livros: "Os 7 pecados do mundo corporativo", "Etiqueta 3.0: Você online & off-line" (imagem e identidade) e "Sem noção".
Você começará a enxergar o mundo e o seu cotidiano de outra forma, e aprenderá com as gafes de muitos, inclusive com a sua, para não cometer mais os mesmos erros!
Seja bem-vindo!!!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A surdez e a cegueira das pequenas, médias e grandes empresas

Usar a comunicação como fim (marketing e publicidade), antes de utilizá-la como meio para o fortalecimento institucional ou de sua identidade, é o mesmo que querer colher antes de plantar.
Somente com uma Comunicação Institucional qualificada que pequenas, médias e grandes empresas conseguem se tornar referência (fonte) e porta-vozes requeridas pela imprensa.
E isto se conquista, entre outras coisas, com treinamento de mídia (media training), aliando técnica à gestão do conhecimento, e ao monitoramento de informações, com objetivo de apurar, investigar e obter diagnósticos e ideias para possíveis mudanças na gestão e por meio de um relacionamento sem ruídos com a imprensa.
Muitas das crises organizacionais surgem, por não se enxergar na comunicação uma ferramenta de gestão, para localizar e solucionar os principais potenciais de crise.

Não há necessidade que a "epidemia" se alastre e se torne incontrolável, tendo a organização soluções efetivas para evitá-la.
A arrogância e a prepotência de muitos "líderes" organizacionais estão em não enxergar causa e efeito.
Se focam, exclusivamente na RECOMPENSA e nas suas necessidades egolátras, ao invés de adequá-las às de seus públicos de interesse, por meio de COMPENSAÇÕES que consolidem resultados efetivos e perenes para todos os envolvidos pelas práticas organizacionais.

Consultora oferece áudios gratuitos sobre educação pelo whatsapp

Ligia Marques Etiqueta, uma das mais renomadas consultoras em etiqueta do país, dá dicas diárias por meio de áudios, com 1minuto de duração, enviados por whatsapp. Basta que a envie uma mensagem, com o seu número de celular, e passará a recebê-los.

A consultora aborda o vasto conteúdo sobre o tema: etiqueta corporativa, para crianças, etiqueta 3.0, etiqueta à mesa e outros.
Ligia Marques é autora dos livros: "Os 7 pecados do mundo corporativo", "Etiqueta 3.0: Você online & off-line" (imagem e identidade) e "Sem noção".
Você começará a enxergar o mundo e o seu cotidiano de outra forma, e aprenderá com as gafes de muitos, inclusive com a sua, para não cometer mais os mesmos erros.
        

Seja bem-vindo!

Não confundamos liberdade de expressão com agressividade, sejamos assertivos, respeitosos e democrático

Na minha opinião, a disputa entre os candidatos à presidência, assemelhou-se a um embate de gladiadores movido pelos signos emitidos por seus respectivos marqueteiros, ao invés de propostas de mudanças efetivas.
O que vi nestas eleições foi uma digladiação mútua entre "cidadãos", como vejo nos campos de futebol.
Ajamos, agora, como cidadãos, respeitemos a "alegria" dos satisfeitos, e a "tristeza" dos insatisfeitos, pois voltaremos ao condicionamento "natural", com o qual estamos acostumados.
Somos superficiais por acreditarmos nos signos. Não são os signos nos quais acreditamos responsáveis pelas nossas superficialidades.
Não se trata de questões ideológicas, e, sim, do bom senso e da educação. Sejamos éticos!
A liberdade de expressão, não deve ser confundida com agressão.
Na experiência da pólis grega, as ágoras, o exemplo mais verossímil dos corpos políticos, a ação e o discurso eram inseparáveis.
"A ênfase passou da ação para o discurso, e para o discurso como meio de persuasão e não como forma especificamente humana de responder, replicar e estar à altura do que aconteceu ou do que foi feito". Hannah Arendt, "A Condição Humana", pág 32.