quinta-feira, 13 de outubro de 2011

5° Congresso de Comunicação Empresarial Aberje debate a marca Brasil

Transformação.  Essa talvez seja a palavra-chave do 5° Congresso de Comunicação Empresarial Aberje realizado no Rio de Janeiro no dia 7 de outubro. Esta edição do evento teve como proposta discutir o Brasil como marca e reuniu diversos profissionais em 4 painéis em que foram abordadas as profundas mudanças mundiais pelas quais o planeta vem passando, além das transformações políticas e das necessidades de adaptação ao novo cenário globalizado. O Brasil prepara-se para receber e realizar megaeventos e, de olho neste futuro próximo, o mundo corporativo já começa a se movimentar. Saiba mais

Agilidade da rede prejudica a imagem das empresas em poucos instantes


A instantaneidade das reclamações e a velocidade de sua propagação flambam a reputação das companhias em ritmo vertiginoso. Não há negócio que resista a tamanha desconstrução digital.
É uma lástima, contudo, que as pessoas tenham de recorrer a seus ambientes virtuais para resolver esse tipo de problema. Porque os SACs são os instrumentos ideais para uma verdadeira gestão de qualidade empresarial. Saiba mais

Reclame das empresas nas redes sociais e tenha a solução rapidamente

O problema de Allan Panossian, 26, começou em 3 de setembro. O empresário comprou um Motorola Xoom no site do Magazine Luiza e, após cinco dias, recebeu o produto com o lacre violado.
Resolveu trocar o aparelho e, depois de 19 dias, ainda não tinha conseguido. Panossian pôs a boca nas redes sociais: criou um blog e uma conta no Twitter para divulgar sua história. Saiba mais

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Os NOVOS GATEKEEPERS da COMUNICAÇÃO

Com a ascensão das redes sociais como canal de comunicação transversal, as organizações começam amadurecer para o relacionamento com seus públicos de interesse ou nicho de atuação, nessas plataformas.
A utilização correta dessas ferramentas demanda conhecimento, estratégia, ou seja, amadurecimento e na maioria dos casos, uma mudança contundente na maneira de vislumbrar a comunicação corporativa.

Hoje é fato, os meios de comunicação, exclusivamente, as mídias digitais se caracterizam pelo seu viés democrático. A informação, tanto na produção, quanto na distribuição, deixou de estar, exclusivamente, a mercê da ideologia da grande mídia e de seu verticalismo. No ambiente digital as ideologias se amalgamam e dispersam-se em nichos, diferente da centralização das mídias tradicionais.

Já são milhares de pessoas que saem da submissão induzida e da ditadura dos gostos, 90% dos internautas já compraram online e 30% são adeptos e ativos desse tipo de comércio.

No entanto, muitas organizações que se embrenham na complexidade dessa realidade, não se dão conta de que a comunicação não é análoga a que é executada no comércio tradicional.

As empresas, já vem percebendo que é inevitável o ingresso no ambiente online, seja no viés da comunicação mercadológica ou institucional, porém, a enxergam, apenas, como extensão das ações praticadas off-line.

As relações na Web se dão pela transparência, credibilidade e interação. Não que as organizações nos meios tradicionais, não devam atuar com base nessas premissas. A dificuldade, atuando ou não nessas bases, é a vulnerabilidade a que elas estão expostas, pois na redes sociais a opinião pública emiti sua opinião sem a interferência de interlocutores.

Vejam os casos recentes da Arezzo e Zara, que ficaram expostas a “revolta” dos internautas que são, pela sua natureza, mais esclarecidos e “ameaçadores” com  relação às organizações que atuam de forma espúria.

O novo paradigma submete e exige transparência e ética por parte das organizações.

Não que as mídias digitais tenham sobrepujado o poder das mídias tradicionais, mas vêm ganhando voz e esta se torna, a cada dia, mais estridente. A característica principal das redes sociais é a sua comunicação ascendente que parte da base para o topo surpreendendo muitas instituições.

Enfim, é imprescindível para as corporações a comunicação digital, correndo o risco de perderem a visibilidade e o market share que tinham antes dessa “epidemia”.

As corporações que mais rápido perceberem que a nova estrutura comunicacional exige uma mudança radical na forma de se comunicar, saem na frente. Essas, além da mudança, até então, hierarquizada da produção informacional, não devem diferenciar e manipular a informação para cada público de interesse, pois, hoje, estão ao jugo dos novos GATEKEEPERS.

As redes sociais e as mudanças na comunicação empresarial

A disseminação de informação pelo meio virtual mudou totalmente o paradigma do tempo em relação à prática da comunicação empresarial, sobretudo no que diz respeito à assessoria de imprensa. Hoje, possuir uma cultura de comunicação é insuficiente. É necessário ter uma cultura de comunicação em tempo real, já que foi-se a época em que os principais produtos de comunicação de uma assessoria de imprensa eram compostos pelo trinômio boletim, revista e house organ, e o sucesso era medido, basicamente, pela tiragem dos jornais e a periodicidade dos boletins. blogmidia8

União Europeia aprova fusão entre Microsoft e Skype

As autoridades anti-monopolistas da União Europeia deram luz verde à fusão entre a Microsoft e a Skype, a empresa com actividade centrada em tecnologia e serviços de chat e voz sobre IP.
“A Comissão considera não existirem quaisquer preocupações sobre a concorrência neste mercado em crescimento, onde numerosos intervenientes, incluindo a Google, estão presentes”, disse a instituição de controlo anti-monopolista do mercado (Comissão Europeia) em comunicado. Saiba mais

Como nasce um líder

A receita para formar líderes visionários e competentes é uma obsessão da literatura de negócios. Alguns gurus foram mais ou menos bem-sucedidos, mas ninguém conseguiu até hoje ter a palavra final no assunto. Forjar um líder continua a ser um grande desafio, a pergunta de um milhão de dólares (ou vários). Betania Tanure, professora da PUC de Minas e professora convidada do INSEAD e da London Business School, em parceria com o também professor da PUC-MG, Roberto Patrus, debruçou-se sobre esta questão, estudando casos brasileiros de sucesso empresarial. Com a colaboração de Luiz Seabra, fundadorda NaturaFábio Barbosa, ex-presidente do Santander, e Cledorvino Belini,presidente da Fiat, a dupla conseguiu algumas respostas sobre o jeito brasileiro bem-sucedido de fazer negócios e lançou uma triologia mostrando como cada um destes líderes implementou uma fórmula vencedora na empresa em que trabalhou. Saiba mais